Tetos do Minha Casa Minha Vida por cidade — guia completo
Saiba qual o teto máximo do programa MCMV na sua cidade e como isso afeta seu financiamento.
O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) é a principal porta de entrada para a casa própria no Brasil. Mas o valor máximo financiável e o subsídio variam conforme a cidade, a faixa de renda e o tipo de imóvel.
As 4 faixas de renda atuais
Em 2025, o programa opera em quatro faixas:
- Faixa 1: renda familiar até R$ 2.850 — subsídio de até R$ 55 mil e juros a partir de 4% a.a.
- Faixa 2: renda de R$ 2.850 a R$ 4.700 — subsídio reduzido e juros a partir de 4,75% a.a.
- Faixa 3: renda de R$ 4.700 a R$ 8.600 — sem subsídio direto, juros a partir de 7,66% a.a.
- Faixa 4 (nova): renda até R$ 12.000 — voltada à classe média, com taxas competitivas.
Tetos por tipo de cidade
O valor máximo do imóvel varia conforme o porte do município. Em capitais e regiões metropolitanas, o teto pode chegar a R$ 350 mil. Em cidades médias, fica em torno de R$ 264 mil, e em municípios menores, R$ 200 mil.
Subsídio: como funciona o desconto
O subsídio é um valor não devolvido pelo comprador, abatido diretamente do preço do imóvel. Ele depende da renda, da cidade e da quantidade de dependentes. Em alguns casos, famílias na Faixa 1 chegam a financiar imóveis de R$ 180 mil pagando parcelas inferiores a R$ 350.
Como descobrir o teto da sua cidade
A consulta exige cruzamento entre tabela do Ministério das Cidades, política da Caixa e disponibilidade de empreendimentos locais. Na Base CCA, fazemos esse mapeamento em tempo real durante a simulação.
Conclusão
O MCMV é flexível e oferece condições difíceis de bater fora do programa. Entender em qual faixa você se encaixa é o primeiro passo para maximizar subsídio e reduzir parcela.
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